outubro 2024

Notícias APN

Associe-se e ganhe um brinde exclusivo.

No dia 04 de novembro, a Associação Pernambucana de Nutrição celebra mais um ano de existência. Para comemorarmos o mês de aniversário da APN, se ainda não é um filiado, associe-se e ganhe um brinde exclusivo. Além deste presente, ser um associado APN/Asbran dá direito a diversos benefícios e vantagens na formação e carreira profissional. São cursos gratuitos, descontos de até 30% na compra de livros, de softwares de prescrição nutricional, em cursos de pós-graduação, em congressos de nutrição, dentre outros. Nutricionistas, técnicos e estudantes de nutrição se liguem nos valores da filiação (anuidade): ✅ Nutricionistas R$ 120✅Técnico em Nutrição e Dietética R$ 84✅Estudante de Nutrição R$ 60 Lembramos que este valor é anual. Acesse o link Filiação no sublink Filie-se e junte-se a nós!

Notícias APN

Palestras do Simpósio APN marcam o Dia Mundial da Alimentação.

Com a missão técnico-cientifica em difundir a ciência da nutrição, a Associação Pernambucana de Nutrição (APN) promoveu palestras no Simpósio APN em celebração pelo Dia Mundial da Alimentação, 16 de outubro. Realizado no Recife (PE), no auditório Maracaípe do hotel Luzeiros, o encontro congregou nutricionistas e estudantes de nutrição que conferiram os produtos e novidades dos expositores parceiros do simpósio, que foram: Cepe, Gelatos do Bem, Luolí, Grupo Educacional CCE Cursos, Vitafor, Nanitas Chips, Pepita e Café Caramello. Após a recepção com um café de boas-vindas, foi dado início ao evento com a presença na mesa de abertura da presidente da Asbran, Ruth Guilherme, da presidente da APN, Ana Dias, da superintendente de alimentação escolar da secretaria de educação de Pernambuco, Paula Darling e da conselheira do conselho de segurança alimentar e nutricional de Pernambuco, Catarina Santos. Dando continuidade ao encontro, os participantes assistiram as palestras “Gestão da Qualidade em Serviços de Alimentação” com a nutricionista e consultora técnica, Marcia Paranaguá e os “10 anos do Guia Alimentar” ministrado pela nutricionista e coordenadora geral de alimentação e nutrição e nutrição do ministério da saúde, Kelly Alves. No fechamento do Simpósio, foi realizado sorteios de curso e brindes dos expositores parceiros para os que estiveram presentes no encontro.

Notícias APN

Dia Mundial da Alimentação.

“Direito aos alimentos para um futuro e uma vida melhores” é o tema desse ano da campanha global das Nações Unidas para despertar a consciência sobre a fome e a pobreza que crescem. É dentro de um cenário de preocupação que celebramos neste 16 de outubro o Dia Mundial da Alimentação. O direito à alimentação é um direito humano juridicamente vinculante no direito internacional, consagrado no artigo 11 do Pacto Internacional de Direitos Econômicos, Sociais e Culturais (PIDESC) em 1966. O PIDESC foi ratificado por 171 países, inclusive o Brasil, e pelo menos 45 países já reconheceram o direito a uma alimentação adequada em suas constituições, que é o caso do nosso país. Quais são os nossos desafios, segundo a ONU Contaminação: mais de 600 milhões de pessoas adoecem e 420 mil morrem a cada ano em decorrência do consumo de alimentos contaminados por bactérias, vírus, parasitas, toxinas e produtos químicos. Pouca diversidade: embora mais de 6 mil espécies de plantas sejam cultivadas para alimentação, apenas 9 representam 66% da produção total de cultivos. Quase um terço das populações de peixes estão sobreexploradas e 29% das raças de gado locais estão em risco de extinção. Perda e desperdício: em escala global, 13% dos alimentos, avaliados em cerca de 400 bilhões de dólares, são perdidos desde a colheita até a venda no varejo, mas sem incluí-la. Outros 19% são desperdiçados nos níveis de varejo e consumo. Apesar dos avanços em países populosos com economias em crescimento, a fome, a insegurança alimentar e a desnutrição continuam a aumentar em muitos países ao redor do mundo (SOFI, 2024). A subalimentação atinge cerca de 733 milhões de pessoas (SOFI, 2024). especialmente nas áreas rurais, onde a pobreza extrema e a insegurança alimentar permanecem profundamente enraizadas.  Avanços no Brasil O Brasil, que havia saído do Mapa da Fome em 2014, voltou a apresentar 4,2% de subalimentados no triênio entre 2020 e 2022. No último SOFI (Relatório O Estado da Segurança Alimentar e Nutricional no Mundo 2024), entretanto, os dados de 2021-2023 indicam que houve recuo nesse percentual, que ficou em 3,9%. Caso o país siga essa tendência positiva nos próximos anos, pode voltar a ficar abaixo dos 2,5% e sair novamente do Mapa da Fome. A insegurança alimentar grave também apresentou uma diminuição significativa. De 8,5% da população (2020-2022), caiu para 6,6% em (2021-2023). Os resultados do Brasil estão associados à articulação de uma série de políticas públicas. A Constituição de 1988, a Política Nacional de Alimentação e Nutrição, o Programa Fome Zero e o Bolsa Família são  marcos desse avanço.  Ações estruturantes, complementadas com o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), os bancos de alimentos e de leite, os restaurantes populares e as cozinhas solidárias, são exemplos de como políticas públicas coordenadas podem fazer a diferença. Fonte: ONU

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