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Governo reduz para 15% o limite de processados e ultraprocessados na merenda escolar em 2025.

Oferecer uma alimentação mais saudável aos estudantes, a partir de cardápios mais equilibrados. Com este objetivo, o Governo Federal vai reduzir para 15% o limite de alimentos processados e ultraprocessados no cardápio das escolas públicas em 2025. A medida foi anunciada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, durante a 6ª edição do Encontro Nacional do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). A redução será feita via uma alteração na Resolução nº 6/2020, que estabelece diretrizes do PNAE. Em todo o país, a iniciativa vai impactar 40 milhões de alunos, em quase 150 mil escolas públicas, que fornecem aproximadamente 10 bilhões de refeições por ano. O presidente Lula enfatizou a relação entre o investimento na alimentação escolar de qualidade e o aprendizado em sala de aula. “Ninguém consegue estudar de barriga vazia. Uma criança que sai de casa sem tomar café, que não teve uma janta de qualidade, com os nutrientes necessários, o que essa criança vai aprender?”, ponderou. “Nós vamos investir R$ 5,5 bilhões por ano na alimentação escolar. Precisamos continuar investindo na educação, em assegurar uma educação de qualidade. A escola pública depende do respeito do poder público e o Brasil tem uma dívida histórica com a educação”, declarou Lula. O presidente também reforçou que o papel dos professores é decisivo para o país, no desenvolvimento de crianças e jovens, e que é fundamental que a categoria seja valorizada. Lula ainda enalteceu o trabalho das equipes nas cozinhas das escolas e dos nutricionistas. Política integrada A atenção às necessidades nutricionais dos estudantes e a formação de hábitos alimentares saudáveis contribui para o crescimento e o desenvolvimento biopsicossocial, a aprendizagem e o rendimento escolar. Dessa forma, o PNAE é uma política que garante não só segurança alimentar, como uma política educacional, pois tem impacto no desenvolvimento dos estudantes e nas condições de aprendizagem. O programa está nos 5.570 municípios brasileiros, 26 estados e no DF. É garantido constitucionalmente e com atendimento universalizado, além de atender, de maneira gratuita, a todos os estudantes matriculados na educação básica das escolas públicas, filantrópicas e comunitárias do país, de todas as etapas e modalidades de ensino, incluindo comunidades indígenas e quilombolas e estudantes com necessidades alimentares especiais. O ministro da Educação, Camilo Santana, comemorou os avanços do país na área. “É fundamental seguir trabalhando em ações para fortalecer a alimentação escolar e a educação. Estamos comemorando mais uma conquista, que é a redução do número de alimentos ultraprocessados e processados nas escolas, e a relação direta que isso tem com a saúde dos estudantes. A política de educação trabalha o presente para construir o futuro”, afirmou. ALIMENTAÇÃO NOTA 10 — Durante o encontro foi lançado o Projeto Alimentação Nota 10, que busca capacitar merendeiras e nutricionistas do Pnae em segurança alimentar e nutricional, reforçando a importância de uma alimentação adequada e do direito humano à dignidade. O projeto abrange também questões ambientais e de agricultura familiar. O investimento será de R$ 4,7 milhões, numa parceria entre FNDE, Itaipu Binacional, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais (IFSULDEMINAS) e Fundação de Apoio ao Desenvolvimento da Extensão, Pesquisa, Ensino Profissionalizante e Tecnológico (Fadema). A abordagem busca criar um ambiente colaborativo para promover práticas alimentares saudáveis, sustentáveis e ecologicamente conscientes para mais de 4.500 nutricionistas. Fonte: Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate a Fome.

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Estudo revela que PNAE aumenta renda de pequenos agricultores.

Pequenos agricultores que fornecem alimentos para o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) têm um aumento entre 23% e 106% na sua renda, segundo estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgado no dia 7 de janeiro.  No PNAE, os alimentos comprados são destinados à alimentação escolar, a partir de cardápios elaborados por nutricionistas garantindo uma alimentação saudável e adequada aos alunos das escolas públicas. Por lei, 30% dos produtos da alimentação escolar devem ser adquiridos de agricultores familiares.  O mesmo estudo mostra que outro programa do governo federal, o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), também tem impacto positivo entre 19% e 39% na renda de agricultores familiares.   No PAA, os governos compram alimentos da agricultura familiar por meio de chamadas públicas, sem necessidade de licitação, e os produtos adquiridos são doados para organizações assistenciais e filantrópicas para abastecer presídios, restaurantes populares, cozinhas comunitárias, bancos de alimentos, entre outros.  Para Albaneide Peixinho, coordenadora da unidade de Projetos do Centro de Excelência contra a Fome do WFP no Brasil, as políticas públicas voltadas especificamente para a agricultura familiar são muito importantes e devem ser expandidas. “Essa política é assegurada por lei federal, que diz respeito apenas aos recursos oriundos do governo federal. É preciso que estados municípios também tenham sua legislação e garantam também seus recursos possibilitando a participação de um maior número de pequenos agricultores como seus fornecedores”, disse. Para o técnico de planejamento e pesquisa do Ipea e um dos autores do estudo, Sandro Pereira Silva, os resultados mostram que as compras públicas de alimentos da agricultura familiar são estratégicas para melhorar os índices nutricionais da população e ao mesmo tempo incentivar modelos produtivos sustentáveis. “Essas compras também promovem o desenvolvimento rural a partir da geração de renda aos produtores contemplados”, disse.  Acesse o estudo na íntegra pelo link: https://www.ipea.gov.br/portal/publicacao-item?id=94d8d1d9-c5cd-4dfe-913b-82861a5cae02 Fonte: WFP Brasil

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Saúde amplia em mais de 159% incentivo para ações de alimentação e nutrição.

Em portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU), Ministério da Saúde formalizou o aumento em  159,25% do incentivo financeiro voltado para promoção da equidade na organização dos cuidados em alimentação e nutrição. Com a medida, o repasse anual pago a estados e municípios vai de R$ 54 milhões para R$ 140 milhões. O novo aporte, que abrange serviços da Atenção Primária à Saúde foi anunciado na última reunião da Comissão Intergestores Tripartite (CIT) e começa a ser pago ainda em 2024.  Até o ano passado, 79,5% dos municípios não recebiam o incentivo para alimentação e nutrição, mas com a ampliação, 100% dos municípios brasileiros estão contemplados. O novo aporte é voltado para enfrentamento a desigualdades, com base nas diretrizes da Política Nacional de Alimentação e Nutrição (Pnam), garantindo fontes de recursos federais para programas e ações de alimentação e nutrição na rede de saúde dos estados e municípios.  “Desafiar o problema da fome tem que ser uma prioridade em todas as ações, sejam as ações da Saúde sejam as ações intersetoriais”, pontuou Felipe Proenço, secretário de Atenção Primária à Saúde “Assim como a gente tem que olhar para a desnutrição, a gente também tem que olhar para a obesidade, sobrepeso, as diversas condições que envolvem alimentação e nutrição. Para isso, é fundamental que estados e municípios desenvolvam suas ações nessa área. Esse incentivo cobria em torno de 1.400 municípios e, com a nova portaria, passa envolver todos os municípios do Brasil”.  Gilmara Lúcia dos Santos, diretora do Departamento de Prevenção e Promoção da Saúde, destaca que os novos repasses vão universalizar os recursos de alimentação e nutrição, contribuindo para a missão do governo federal de ter uma população mais saudável já no fim desta década. “Tenho de ressaltar o compromisso do Ministério da Saúde em garantir, nos instrumentos de planejamento, processos para a qualificação da alimentação e nutrição no País. Me emociono ao ver os dizeres ‘para um futuro mais saudável e mais sustentável para todos’. Essa é uma agenda que é cara para esse governo”, destaca.  Sobre o Financiamento das Ações de Alimentação e Nutrição O Financiamento das Ações de Alimentação e Nutrição (Fan) foi instituído em 2006 para estados e capitais, e cresceu ao longo dos anos, englobando municípios. Na atual gestão do presidente Lula, que tem como um dos principais programas o Brasil Sem Fome, que prevê retirada do país do mapa da fome até 2030, o Fan tem sido ampliado para incluir mais regiões e impactar mais pessoas. Fonte: Ministério da Saúde

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APN completa 64 anos.

Era o ano de 1960. O mundo assistia à invenção do laser pelo físico norte-americano Theodore Maiman. A IBM lançava seu primeiro computador com disco rígido, o RAMAC 305, a fim de acompanhar as informações e o crescimento tecnológico daquela época. No Brasil, a nova capital, Brasília, era inaugurada, no novo Distrito Federal, em 21 de abril. Foi nesse cenário de mudanças e inovações, em 1960, que 16 nutricionistas, graduadas na 1ª turma do curso de Nutrição da Universidade do Recife (hoje UFPE), fundaram a Associação Pernambucana de Nutrição, em 04 de novembro, com o objetivo de trabalhar em prol da ciência da nutrição e de se constituir apoio técnico-científico para estudantes e profissionais de nutrição, missão que desempenha até o presente momento, quando celebra seus 64 anos de existência. Durante esses anos, foram muitos os cursos, congressos, grupos de estudos, participações em comitês e fóruns, em que a APN se manteve fiel a seus propósitos científicos. Em 2020, quando comemorou seu Jubileu de Diamante (60 anos), o mundo atravessava a pandemia de COVID-19, e a APN, se adaptando aos novos tempos, realizou palestras à distância, em meios virtuais, pelo seu Instagram e pelo seu recém-inaugurado canal no YouTube. Incansável na concretização de seus objetivos, a APN continua promovendo a nutrição e influindo na formulação de políticas públicas de saúde para a população, através da participação de seus sócios em importantes fóruns, conselhos e comitês. Fortalecer a APN é fortalecer a nutrição, os estudantes, técnicos e nutricionistas. Associe-se! Viva a APN! Viva!

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Associe-se e ganhe um brinde exclusivo.

No dia 04 de novembro, a Associação Pernambucana de Nutrição celebra mais um ano de existência. Para comemorarmos o mês de aniversário da APN, se ainda não é um filiado, associe-se e ganhe um brinde exclusivo. Além deste presente, ser um associado APN/Asbran dá direito a diversos benefícios e vantagens na formação e carreira profissional. São cursos gratuitos, descontos de até 30% na compra de livros, de softwares de prescrição nutricional, em cursos de pós-graduação, em congressos de nutrição, dentre outros. Nutricionistas, técnicos e estudantes de nutrição se liguem nos valores da filiação (anuidade): ✅ Nutricionistas R$ 120✅Técnico em Nutrição e Dietética R$ 84✅Estudante de Nutrição R$ 60 Lembramos que este valor é anual. Acesse o link Filiação no sublink Filie-se e junte-se a nós!

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Palestras do Simpósio APN marcam o Dia Mundial da Alimentação.

Com a missão técnico-cientifica em difundir a ciência da nutrição, a Associação Pernambucana de Nutrição (APN) promoveu palestras no Simpósio APN em celebração pelo Dia Mundial da Alimentação, 16 de outubro. Realizado no Recife (PE), no auditório Maracaípe do hotel Luzeiros, o encontro congregou nutricionistas e estudantes de nutrição que conferiram os produtos e novidades dos expositores parceiros do simpósio, que foram: Cepe, Gelatos do Bem, Luolí, Grupo Educacional CCE Cursos, Vitafor, Nanitas Chips, Pepita e Café Caramello. Após a recepção com um café de boas-vindas, foi dado início ao evento com a presença na mesa de abertura da presidente da Asbran, Ruth Guilherme, da presidente da APN, Ana Dias, da superintendente de alimentação escolar da secretaria de educação de Pernambuco, Paula Darling e da conselheira do conselho de segurança alimentar e nutricional de Pernambuco, Catarina Santos. Dando continuidade ao encontro, os participantes assistiram as palestras “Gestão da Qualidade em Serviços de Alimentação” com a nutricionista e consultora técnica, Marcia Paranaguá e os “10 anos do Guia Alimentar” ministrado pela nutricionista e coordenadora geral de alimentação e nutrição e nutrição do ministério da saúde, Kelly Alves. No fechamento do Simpósio, foi realizado sorteios de curso e brindes dos expositores parceiros para os que estiveram presentes no encontro.

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Dia Mundial da Alimentação.

“Direito aos alimentos para um futuro e uma vida melhores” é o tema desse ano da campanha global das Nações Unidas para despertar a consciência sobre a fome e a pobreza que crescem. É dentro de um cenário de preocupação que celebramos neste 16 de outubro o Dia Mundial da Alimentação. O direito à alimentação é um direito humano juridicamente vinculante no direito internacional, consagrado no artigo 11 do Pacto Internacional de Direitos Econômicos, Sociais e Culturais (PIDESC) em 1966. O PIDESC foi ratificado por 171 países, inclusive o Brasil, e pelo menos 45 países já reconheceram o direito a uma alimentação adequada em suas constituições, que é o caso do nosso país. Quais são os nossos desafios, segundo a ONU Contaminação: mais de 600 milhões de pessoas adoecem e 420 mil morrem a cada ano em decorrência do consumo de alimentos contaminados por bactérias, vírus, parasitas, toxinas e produtos químicos. Pouca diversidade: embora mais de 6 mil espécies de plantas sejam cultivadas para alimentação, apenas 9 representam 66% da produção total de cultivos. Quase um terço das populações de peixes estão sobreexploradas e 29% das raças de gado locais estão em risco de extinção. Perda e desperdício: em escala global, 13% dos alimentos, avaliados em cerca de 400 bilhões de dólares, são perdidos desde a colheita até a venda no varejo, mas sem incluí-la. Outros 19% são desperdiçados nos níveis de varejo e consumo. Apesar dos avanços em países populosos com economias em crescimento, a fome, a insegurança alimentar e a desnutrição continuam a aumentar em muitos países ao redor do mundo (SOFI, 2024). A subalimentação atinge cerca de 733 milhões de pessoas (SOFI, 2024). especialmente nas áreas rurais, onde a pobreza extrema e a insegurança alimentar permanecem profundamente enraizadas.  Avanços no Brasil O Brasil, que havia saído do Mapa da Fome em 2014, voltou a apresentar 4,2% de subalimentados no triênio entre 2020 e 2022. No último SOFI (Relatório O Estado da Segurança Alimentar e Nutricional no Mundo 2024), entretanto, os dados de 2021-2023 indicam que houve recuo nesse percentual, que ficou em 3,9%. Caso o país siga essa tendência positiva nos próximos anos, pode voltar a ficar abaixo dos 2,5% e sair novamente do Mapa da Fome. A insegurança alimentar grave também apresentou uma diminuição significativa. De 8,5% da população (2020-2022), caiu para 6,6% em (2021-2023). Os resultados do Brasil estão associados à articulação de uma série de políticas públicas. A Constituição de 1988, a Política Nacional de Alimentação e Nutrição, o Programa Fome Zero e o Bolsa Família são  marcos desse avanço.  Ações estruturantes, complementadas com o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), os bancos de alimentos e de leite, os restaurantes populares e as cozinhas solidárias, são exemplos de como políticas públicas coordenadas podem fazer a diferença. Fonte: ONU

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APN promove Nutricionar em celebração ao Dia do Nutricionista.

A Associação Pernambucana de Nutrição (APN) promoveu no último dia 20 de agosto, o Nutricionar, evento em celebração ao Dia do Nutricionista. O encontro reuniu profissionais e estudantes de nutrição que lotaram o auditório Aberlado da Hora no Mar Hotel, em Recife (PE). Os participantes foram recepcionados com um Welcome Coffee (café de boas-vindas) antes do início do evento, onde no espaço conferiram as novidades da Vitafor, Gelatos do Bem e do Grupo Educacional CCE Cursos, parceiros expositores. Além destes, a APN também contou com o apoio da MMB Cursos, Equaliv, Dux Nutrition Lab e do CRN-6 para realização da primeira edição do Nutricionar. Na cerimônia de abertura, compuseram à mesa a vice-prefeita do Recife, Isabella de Roldão, o presidente do CRN-6 Rafael Azeredo, a diretora do Sinepe Walmery Feitosa e a coordenadora de segurança alimentar da secretaria de saúde de Pernambuco, Vilma Ramos. Também a mesa, a presidente da APN, Ana Maria Dias ressaltou o papel da associação em promover o Nutricionar. “O evento foi pensado para congregar nutricionistas e estudantes em torno do aprendizado e da missão da APN que é técnico-cientifica de produzir conhecimento e difundir a ciência da Nutrição”, destacou Ana. Na sequência, os cerca de 150 participantes assistiram a brilhante aula do mestre e professor, Murilo Pereira sobre Nutrição Clínica em Gastroenterologia, em que abordou sobre as estratégias e fundamentos da modulação intestinal. “Saí de Maceió para prestigiar o evento. Parabenizo a todos pela organização”, disse a nutricionista, Tamara Gomes. “Simplesmente maravilhoso e enriquecedor a palestra. Já estou ansiosa pelos próximos encontros”, falou a estudante de nutrição, Ângela Almeida. Ao final do Nutricionar, tivemos o sorteio de brindes entregues pelos parceiros aos nutricionistas e estudantes de nutrição presentes no evento. Por Janayna Brasil (Comunicação APN)

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FNDE lança livro da 5ª Jornada de Educação Alimentar e Nutricional.

O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) divulgou, nesta sexta-feira, 19, o livro da 5ª edição da Jornada de Educação Alimentar e Nutricional (EAN). A publicação reúne relatos de escolas das cinco regiões do país que participaram da jornada por meio do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). As experiências englobam escolas indígenas, quilombolas, de educação de jovens e adultos e de educação especial. “A jornada é uma ação essencial no âmbito do PNAE, pois apoia os pilares da educação alimentar e nutricional, fundamentais para a alimentação escolar. No Brasil, enfrentamos o grande desafio de combater a desnutrição, a má nutrição e a obesidade nas escolas”, explica Karine Santos, coordenadora do PNAE. Karine Santos destaca ainda que o programa visa combater essas três vertentes por meio de ações de âmbito nacional. “A jornada promove hábitos alimentares mais saudáveis, que podem ser adotados por estudantes, pela comunidade escolar e por suas famílias, contribuindo para a melhoria da saúde de todos”, completa. Os relatos apresentados no livro demonstram a diversidade e a criatividade das abordagens de educação alimentar e nutricional, refletindo as diferentes realidades das escolas premiadas. Nesta edição, as atividades foram organizadas em quatro temas principais: Para a presidente do FNDE, Fernanda Pacobahyba, o livro ressalta a importância da alimentação escolar na educação. “Acreditamos que a educação alimentar e nutricional é fundamental para o desenvolvimento integral dos nossos estudantes, e continuaremos empenhados em promover essa causa com dedicação e entusiasmo”, afirma. O objetivo do livro é celebrar as conquistas das escolas participantes e servir como uma ferramenta poderosa para promover a disseminação de boas práticas, inspirar novas ações e contribuir para a construção de uma cultura alimentar saudável e nutritiva nas comunidades escolares. Fonte: Ministério da Saúde.

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