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ATENÇÃO: Você sabe mesmo o que está bebendo?

Recentemente, casos de intoxicação por bebidas falsificadas/ adulteradas, principalmente as destiladas, acenderam um alerta vermelho. O grande vilão? O Metanol. Diferente do álcool comum (etanol), o metanol é uma substância altamente tóxica usada em combustíveis e solventes. Ele se transforma em ácido fórmico, que ataca o nervo óptico e órgãos vitais. Ingerir até mesmo pequenas quantidades pode causar danos irreversíveis, como a cegueira, ou até ser fatal. Como se proteger? Fique atento aos “4 Ps”: 1-PROCEDÊNCIA: Compre apenas em estabelecimentos confiáveis e exija nota fiscal. Evite vendedores ambulantes ou sites desconhecidos. 2-PREÇO: Desconfie de ofertas. Se o valor está muito abaixo do mercado, o risco é alto. 3-PACKAGING (embalagem): Verifique o lacre (deve estar intacto, sem folga, ranhuras e cola) e o rótulo. Erros de português, impressão falha ou falta de informações do fabricante (e registro no MAPA) são sinais claros de fraude. 4-PRODUTO: Observe o líquido contra a luz. Resíduos no fundo, cor alterada ou níveis diferentes? Não consuma! Outras Dicas valiosas: Sinais de Intoxicação por Metanol (podem surgir de 6h a 48h após o consumo): Sentiu a visão turva, “nevoa” ou dor de cabeça muito acima do normal? Não ache que é só o sol ou ressaca comum. Procure hospital imediatamente. Com metanol, cada minuto conta! Denúncias pela Ouvidoria da Secretaria Estadual de Saúde SES-PE:Telefone: (81) 3184.0001E-mail: ouvidoria@saude.pe.gov.br

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Apevisa Alerta sobre Suspensão de Lotes de Fórmulas Infantis

A Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (APEVISA) em conformidade com a Resolução-RE nº32 de 6 de janeiro de 2026, publicada pela ANVISA, emite um alerta preventivo aos pais, responsáveis e profissionais de saúde sobre a interdição de lotes específicos de fórmulas infantis da marca Nestlé. Qual o risco? Foi identificada a contaminação pela toxina cereulide, produzida pela bactéria Bacillus cereus e que pode causar intoxicação alimentar em bebês e crianças em fórmulas infantis de lotes específicos da marca Nestlé: Nestogeno, Nan Supreme Pro, Nanlac Supreme Pro, Nanlac Comfor, Nan Sensitive e Alfamino. O QUE VOCÊ DEVE FAZER AGORA: 1️⃣ Confira o lote: Verifique o número impresso no fundo da lata ou no rótulo. 2️⃣ Suspenda o uso: Se o lote estiver na lista de suspensos (consulte o link na bio), não ofereça o produto à criança. 3️⃣ Troca ou reembolso: Entre em contato com o SAC da empresa (número na embalagem) para orientações sobre a devolução. Sinais de Alerta: Caso a criança apresente vômitos intensos, diarreia, desidratação ou sonolência excessiva, procure atendimento médico imediatamente. Dica: Leve a embalagem ou tire uma foto do rótulo e lote do produto consumido para informar ao profissional de saúde. Profissionais de Saúde: Casos suspeitos devem ser notificados imediatamente ao CIEVS-PE como Evento de Saúde Pública pelo site portalcievs.saude.pe.gov.br ou pelo telefone (81) 3184-0192. Ajude a proteger nossas crianças! Compartilhe este alerta com outros pais e cuidadores.

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APN celebra 65 anos com a segunda edição do NUTRICIONAR

A Associação Pernambucana de Nutrição (APN) comemorou seus 65 anos de fundação com a realização da segunda edição do NUTRICIONAR, no dia 4 de novembro, data que marca o aniversário da entidade. O evento reuniu profissionais, estudantes e representantes de instituições parceiras, reafirmando o compromisso da APN com o fortalecimento da nutrição e a valorização da categoria. A mesa de abertura contou com a presença de Rafael Azeredo, presidente do CRN-6; Walmery Feitosa, presidente do Sinnepe; Vilma Ramos, da Secretaria de Saúde de Pernambuco; e das presidentes de mandatos anteriores, Ruth Lemos e Leopoldina Sequeira, além da atual presidente, Ana Maria Dias, que destacou a importância do momento. “Celebrar 65 anos de uma entidade que nasceu do compromisso com a ciência e com a sociedade é motivo de muito orgulho. O NUTRICIONAR simboliza o nosso esforço em manter viva a missão da APN de valorizar o nutricionista e fortalecer a nutrição como campo essencial para a saúde pública e o bem-estar da população”, afirmou Ana Dias. Durante o evento, foi exibido um vídeo comemorativo que relembrou a trajetória da APN, evidenciando seu papel histórico na promoção do conhecimento técnico e científico em nutrição. Em seguida, a Dra. Tatiane Fujii, mestre e doutora pela USP, CEO da Cromatina Nutrição de Precisão e cofundadora da Exonn HealthTech, apresentou o tema “Nutrição de Precisão e Obesidade”, abordando os avanços científicos da área. A palestra trouxe reflexões sobre os avanços da nutrição personalizada e suas aplicações no enfrentamento da obesidade, uma das grandes questões de saúde pública da atualidade. Um dos momentos mais marcantes da programação foi a entrega do Prêmio Nonete Barbosa Guerra, em homenagem à fundadora e primeira presidente da APN. Representada por seu filho, Gilvando Guerra, Nonete foi lembrada por seu legado de dedicação à ciência da nutrição e à consolidação da entidade. Ele recebeu uma placa de homenagem pelo compromisso e contribuição à APN e à Nutrição em Pernambuco. Também foram premiados quatro estudantes que concluíram seus Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC) em 2024, reconhecidos pela relevância acadêmica e contribuição científica. Os vencedores receberam certificados e premiações em dinheiro. O evento ainda promoveu sorteios de uma inscrição para o Conbran 2026 e de bolsa de estudos para cursos da MMB Cursos. Encerrando a celebração, o Nutricionar reafirmou o papel histórico da Associação Pernambucana de Nutrição como espaço de valorização profissional, incentivo à pesquisa e difusão de conhecimento. São 65 anos de compromisso com a ética, a ciência e o cuidado em nutrição, inspirando novas gerações de nutricionistas a seguirem fortalecendo a profissão e o impacto da alimentação na saúde da população. CLIQUE AQUI e confira as fotos do NUTRICIONAR APN Ano II.

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Brasil sai do Mapa da Fome da ONU: conquista histórica reflete políticas públicas eficazes

O Brasil não está mais no Mapa da Fome. O anúncio foi feito pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO/ONU) nesta segunda-feira (28.07) em Adis Abeba, Etiópia. O resultado reflete a média trienal 2022/2023/2024, que colocou o país abaixo do patamar de 2,5% da população em risco de subnutrição ou de falta de acesso à alimentação suficiente. A conquista foi alcançada em apenas dois anos, tendo em vista que 2022 foi um período considerado crítico para a fome no Brasil. “Sair do Mapa da Fome era o objetivo primeiro do presidente Lula ao iniciar o seu mandato em janeiro de 2023. A meta era fazer isso até o fim de 2026”, lembrou o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias. “Mostramos que, com o Plano Brasil Sem Fome, muito trabalho duro e políticas públicas robustas, foi possível alcançar esse objetivo em apenas dois anos. Não há soberania sem justiça alimentar. E não há justiça social sem democracia”, completou. Os dados constam no Relatório O Estado da Segurança Alimentar e Nutricional no Mundo 2025 – SOFI 2025 – lançado pela FAO durante a 2ª Cúpula de Sistemas Alimentares da ONU (UNFSS+4). O encontro ocorre até 29 de julho na capital da Etiópia. Brasil Sem Fome A saída do Brasil do Mapa da Fome é resultado de decisões políticas do governo brasileiro que priorizaram a redução da pobreza, o estímulo à geração de emprego e renda, o apoio à agricultura familiar, o fortalecimento da alimentação escolar e o acesso à alimentação saudável. Esta é a segunda vez que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva retira o país dessa condição: a primeira foi em 2014, após 11 anos de políticas consistentes. No entanto, a partir de 2018, o desmonte de programas sociais fez o Brasil retroceder e retornar ao Mapa da Fome no triênio 2018/2019/2020. Em dois anos de governo, o Brasil teve reduções históricas da insegurança alimentar grave e da pobreza. Os números nacionais da fome, captados por meio da aplicação da Escala Brasileira de Insegurança Alimentar (Ebia) nas pesquisas do IBGE, mostraram que, até o final de 2023, o país retirou cerca de 24 milhões de pessoas da insegurança alimentar grave. Fonte: Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social 

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APN é eleita para o Conselho Estadual de Saúde de Pernambuco no biênio 2025-2027.

A Associação Pernambucana de Nutrição (APN) foi eleita para compor o Conselho Estadual de Saúde de Pernambuco (CES/PE), representando o segmento dos Trabalhadores em Saúde no biênio 2025 a 2027. As representantes da APN nesse importante espaço de construção e controle social das políticas públicas de saúde são Nancy Aguiar (titular) e Margareth Xavier (suplente), profissionais que trazem consigo experiência, compromisso e uma trajetória de dedicação à área da Nutrição e à promoção da saúde coletiva. O Conselho Estadual de Saúde (CES/PE) é um órgão colegiado, permanente, paritário e deliberativo, com a função de formular estratégias, controlar e fiscalizar a execução da política estadual de saúde, inclusive nos aspectos econômicos e financeiros, conforme estabelece a Lei nº 12.297, de 12 de dezembro de 2002. Além disso, o CES/PE tem a responsabilidade de propor e aprovar diretrizes para o Plano Estadual de Saúde, considerando as especificidades socioambientais, o perfil epidemiológico e as necessidades da população pernambucana. A presença da APN nesse espaço reforça nosso compromisso com a valorização dos trabalhadores da saúde, a defesa do SUS e a construção de políticas públicas que promovam o bem-estar e a equidade no acesso aos serviços de saúde. Seguimos firmes, contribuindo ativamente com a construção de uma saúde pública mais justa, participativa e eficiente para todos os pernambucanos.

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APN na Universidade.

O APN na Universidade fortalece a formação de estudantes de Nutrição e Técnicos em Nutrição e Dietética no estado de Pernambuco. Trata-se de um projeto da Associação Pernambucana de Nutrição (APN), voltado para estudantes da graduação em Nutrição e para estudantes do curso de Técnico em Nutrição e Dietética. Tem como objetivo fortalecer a formação acadêmica, ética e profissional dos futuros profissionais da área, promovendo desde a graduação o conhecimento, o engajamento e a valorização da profissão. Implantado por meio dos programas Expande APN e Estagiário APN, o projeto vem crescendo e se consolidando como uma ponte entre a academia e o mercado de trabalho, aproximando os estudantes das discussões mais atuais e relevantes para o exercício profissional da Nutrição. Segundo a presidente da APN, Ana Dias, o projeto representa um marco no compromisso da instituição com a educação de qualidade e o fortalecimento da categoria. “O APN Universitário nasceu do desejo de preparar nossos futuros profissionais para além da sala de aula, oferecendo experiências, formação cidadã e ética, além de ampliar a visão crítica sobre o papel social da Nutrição. Desde 2019, com o Expande APN e o Estagiário APN, conseguimos não só aproximar os estudantes da realidade profissional, mas também envolvê-los em ações que valorizam e protegem a nossa profissão”, destaca Ana Dias. O APN na Universidade reforça o compromisso da Associação Pernambucana de Nutrição com a formação de profissionais conscientes e engajados com os desafios da saúde pública, da segurança alimentar e do cuidado nutricional humanizado. Com perspectivas de expansão nos próximos anos, a iniciativa segue sendo uma referência no incentivo ao protagonismo estudantil e à construção de uma Nutrição mais forte, ética e valorizada em Pernambuco. Para se beneficiar do Projeto, as Unidades de ensino, devem entrar em contato pelo whatsapp (81) 98946.4056: o APN na Universidade vai até vocês! Texto: Janayna Brasil (DRT-PE 3640)

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Obesidade feminina pode estar associada a baixas concentrações de cobalto no sangue.

O cobalto é um componente da vitamina B12 (cobalamina) que pode ser encontrado em alguns alimentos como vegetais, chocolate e carnes. Este mineral também é um metal essencial para as tecnologias atuais, sendo amplamente utilizado em baterias de lítio. O que até então não se sabia, e está sendo revelado por pesquisas recentes, é sua possível relação com a obesidade em mulheres.  O estudo multicêntrico Concentração sérica de cobalto e assinaturas de metilação de DNA em mulheres com obesidade, publicado pela revista científica Obesities, observou diferenças significativas nos níveis sanguíneos de cobalto na comparação entre mulheres com e sem obesidade. Identificou também alterações genéticas associadas ao metal, sugerindo que o cobalto pode influenciar processos biológicos relacionados ao metabolismo e ao desenvolvimento de doenças cardiovasculares e diabetes tipo 2. Os resultados destacam ainda a importância de considerar fatores ambientais e nutricionais na prevenção e tratamento da obesidade. As investigações foram conduzidas por pesquisadores da USP, da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (Famerp) e da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, em Portugal, que analisaram dados de 33 mulheres brasileiras: 16 com obesidade e 17 na faixa normal de IMC (Índice de Massa Corporal). Como principal achado, os cientistas verificaram que os níveis de cobalto no sangue das participantes com obesidade eram muito menores. A deficiência, segundo os pesquisadores, pode estar relacionada à dieta pobre em nutrientes e às alterações metabólicas associadas à obesidade. O grupo também observou a relação do cobalto com a metilação do DNA, o fator epigenético mais caracterizado que controla a expressão dos genes. A epigenética envolve as alterações genéticas em resposta a estímulos ambientais ou estilo de vida, sem contudo modificar a sequência do DNA, mas que pode influenciar a regulação de um gene (ativando ou desativando a sua atividade) e afetando as funções metabólicas. As diferenças nos padrões de metilação do DNA entre os grupos estudados, adiantam os cientistas, indicam que o cobalto pode desempenhar um papel na regulação epigenética relacionada à progressão da obesidade. No início da vida, a regulação epigenética é responsável pela diferenciação de células, possibilitando a formação de vários tecidos. Na vida adulta a epigenética tem muita relação com o estilo de vida, como nutrição, atividade física e qualidade do sono, que é capaz de modificar os padrões de metilação – um tipo de modificação química do DNA – seja pelo aumento ou pela diminuição. Esses mecanismos podem estar relacionados à manutenção da saúde e ao desenvolvimento de doenças como, por exemplo, o câncer, explica a professora Carla Barbosa Nonino, do Departamento de Ciências da Saúde da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, responsável pela pesquisa.  Impacto do cobalto no organismo Segundo Natália Yumi Noronha, doutoranda no Departamento de Clínica Médica da FMRP e orientanda da professora Carla, o cobalto é um mineral essencial para a produção de células do sangue e o funcionamento do sistema nervoso. “O cobalto pode influenciar processos metabólicos, uma vez que uma alimentação pobre em alimentos de origem animal, como carne, leite e ovos, pode acarretar redução do metal no organismo, afetando o metabolismo e possivelmente contribuindo para o ganho de peso e outros problemas de saúde”, afirma. Ainda segundo Natália, a obesidade está associada a deficiências nutricionais já que, mesmo com um consumo calórico alto, a qualidade da alimentação pode ser inadequada, com baixa ingestão de vitaminas e minerais essenciais. “Os achados do estudo reforçam a importância de investigar não apenas a quantidade de alimentos consumidos pelos pacientes com obesidade, mas também a qualidade, para entender melhor os impactos da dieta na obesidade e na saúde em geral”, diz. Padrões alimentares e metilação do DNA Para a professora Carla, o cobalto pode ser considerado essencial ao organismo quando em quantidades adequadas. O excesso, por outro lado, se torna um contaminante. Assim, as causas da deficiência de cobalto na obesidade feminina precisam ser mais bem investigadas com acompanhamento nutricional e clínico. Quanto à epigenética, que explica como o ambiente e o estilo de vida podem alterar o funcionamento de nossos genes, Carla acredita que possa ser mais uma ferramenta para entender as vias metabólicas associadas à obesidade. Segundo a professora, essa ferramenta deve permitir a identificação de padrões alimentares interessantes na ativação e inativação de genes específicos, usando padrões de metilação modificáveis. Esses resultados devem servir de base para os novos estudos da equipe, agora interessada nos aspectos da obesidade da miscigenada população brasileira. “São escassas as pesquisas sobre metilação do DNA em populações miscigenadas. Além disso, as novas pesquisas também incluirão mais indivíduos e com diferentes condições de saúde, não só a obesidade”, adianta a professora. Seu grupo atualmente trabalha em análises de bioinformática para identificação da ancestralidade. O objetivo é descobrir as origens geográficas e características específicas, “demonstrando como o ambiente pode impactar no desenvolvimento do indivíduo e, potencialmente, o de gerações futuras”, afirma. O estudo sobre obesidade contou com a colaboração da equipe liderada pelo professor Fernando Barbosa Jr., da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) da USP, e foi financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa de São Paulo (Fapesp), através do projeto de pesquisa Do biomonitoramento ao reconhecimento de assinaturas do exposoma humano visando antecipar riscos para uma saúde contínua. Participaram ainda os pesquisadores: Luísa Maria Diani (bolsista da Fapesp que compartilha a primeira autoria do projeto), Guilherme da Silva Rodrigues, Isabela Harumi Yonehara, Vanessa Aparecida Batista Pereira, Marcela Augusta de Souza Pinhel, Lígia Moriguchi Watanabe e Déborah Araújo Morais.   fonte – Jornal da USP | Arthur Santos

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Conexão APN: Evento Debate a Nutrição e a Saúde da Mulher.

No último dia 29 de março, o Hotel Transamérica, no Recife (PE), foi palco do evento “Conexão APN: Saúde da Mulher em Foco”, promovido pela Associação Pernambucana de Nutrição (APN). O encontro, que ocorreu das 8h às 17h, reuniu nutricionistas, estudantes, técnico de nutrição e dietética e demais profissionais da saúde para discutir temas fundamentais sobre a relação entre nutrição e a saúde feminina. A programação contou com palestras de renomadas especialistas. A nutricionista Nathalia Melo abordou o tema “Eixo Intestino-Saúde da Mulher: Os Impactos da Microbiota Feminina”, destacando a importância do equilíbrio intestinal para a saúde geral da mulher. Já a nutricionista Gilcélia Barbieri trouxe a discussão sobre “Fertilidade: O Papel da Nutrição na Saúde Reprodutiva”, ressaltando como uma alimentação adequada pode influenciar a capacidade reprodutiva. Outro ponto alto do evento foi a mesa-redonda “Climatério em Pauta: Abordagens Integradas para a Saúde da Mulher”, que contou com a participação das nutricionistas Nathalia Cavalcanti e Ana Carolina Amorim, da médica Ana Caroline Serafim e da educadora física Yasmin Galdino. A discussão proporcionou um debate enriquecedor sobre o climatério e os desafios enfrentados pelas mulheres nesse período de transição hormonal. O encerramento da programação ficou por conta da palestra “Gestação 40+: Desafios e Atualizações na Nutrição na Saúde da Mulher”, ministrada pela nutricionista Pedrita Albuquerque, que trouxe insights sobre a alimentação e cuidados específicos para mulheres que engravidam após os 40 anos. Além do rico conteúdo científico, o evento proporcionou momentos de interatividade e descontração. Os participantes puderam registrar a experiência em uma cabine fotográfica e ainda concorreram a brindes e bolsas de estudo oferecidas pela Innovati. O Conexão APN reafirmou seu compromisso com a capacitação e a atualização dos profissionais da saúde, promovendo debates fundamentais para o avanço da nutrição na saúde da mulher. CLIQUE AQUI e confira as fotos do Conexão APN. CLIQUE AQUI e confira as fotos da Cabine Fotográfica do Conexão APN.

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Governo reduz para 15% o limite de processados e ultraprocessados na merenda escolar em 2025.

Oferecer uma alimentação mais saudável aos estudantes, a partir de cardápios mais equilibrados. Com este objetivo, o Governo Federal vai reduzir para 15% o limite de alimentos processados e ultraprocessados no cardápio das escolas públicas em 2025. A medida foi anunciada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, durante a 6ª edição do Encontro Nacional do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). A redução será feita via uma alteração na Resolução nº 6/2020, que estabelece diretrizes do PNAE. Em todo o país, a iniciativa vai impactar 40 milhões de alunos, em quase 150 mil escolas públicas, que fornecem aproximadamente 10 bilhões de refeições por ano. O presidente Lula enfatizou a relação entre o investimento na alimentação escolar de qualidade e o aprendizado em sala de aula. “Ninguém consegue estudar de barriga vazia. Uma criança que sai de casa sem tomar café, que não teve uma janta de qualidade, com os nutrientes necessários, o que essa criança vai aprender?”, ponderou. “Nós vamos investir R$ 5,5 bilhões por ano na alimentação escolar. Precisamos continuar investindo na educação, em assegurar uma educação de qualidade. A escola pública depende do respeito do poder público e o Brasil tem uma dívida histórica com a educação”, declarou Lula. O presidente também reforçou que o papel dos professores é decisivo para o país, no desenvolvimento de crianças e jovens, e que é fundamental que a categoria seja valorizada. Lula ainda enalteceu o trabalho das equipes nas cozinhas das escolas e dos nutricionistas. Política integrada A atenção às necessidades nutricionais dos estudantes e a formação de hábitos alimentares saudáveis contribui para o crescimento e o desenvolvimento biopsicossocial, a aprendizagem e o rendimento escolar. Dessa forma, o PNAE é uma política que garante não só segurança alimentar, como uma política educacional, pois tem impacto no desenvolvimento dos estudantes e nas condições de aprendizagem. O programa está nos 5.570 municípios brasileiros, 26 estados e no DF. É garantido constitucionalmente e com atendimento universalizado, além de atender, de maneira gratuita, a todos os estudantes matriculados na educação básica das escolas públicas, filantrópicas e comunitárias do país, de todas as etapas e modalidades de ensino, incluindo comunidades indígenas e quilombolas e estudantes com necessidades alimentares especiais. O ministro da Educação, Camilo Santana, comemorou os avanços do país na área. “É fundamental seguir trabalhando em ações para fortalecer a alimentação escolar e a educação. Estamos comemorando mais uma conquista, que é a redução do número de alimentos ultraprocessados e processados nas escolas, e a relação direta que isso tem com a saúde dos estudantes. A política de educação trabalha o presente para construir o futuro”, afirmou. ALIMENTAÇÃO NOTA 10 — Durante o encontro foi lançado o Projeto Alimentação Nota 10, que busca capacitar merendeiras e nutricionistas do Pnae em segurança alimentar e nutricional, reforçando a importância de uma alimentação adequada e do direito humano à dignidade. O projeto abrange também questões ambientais e de agricultura familiar. O investimento será de R$ 4,7 milhões, numa parceria entre FNDE, Itaipu Binacional, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais (IFSULDEMINAS) e Fundação de Apoio ao Desenvolvimento da Extensão, Pesquisa, Ensino Profissionalizante e Tecnológico (Fadema). A abordagem busca criar um ambiente colaborativo para promover práticas alimentares saudáveis, sustentáveis e ecologicamente conscientes para mais de 4.500 nutricionistas. Fonte: Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate a Fome.

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